Revista Viva Mais

Revista: Viva Mais 

Editora: Abril
Mês: Junho/2007
Edição: nº400
Sessão: Energia Positiva
Por: Paula Aftimus

Olá amigos,

Segue uma entrevista dada pela família do site OldReligion:

A Grande Mãe

"Considerada a religião da bruxaria, a Wicca acredita em uma energia feminina criadora de toas as coisas e que está presente em cada um de nós"

Antes de falar de wicca é preciso diferenciá-la de bruxaria. “Bruxaria é um ofício, um conjunto de práticas baseadas em um culto pagão – ou seja, nem cristãos nem judaicos”, explica a sacerdotisa Dayne Anglius Dosken, do Rio de Janeiro. A wicca, por outro lado é uma religião desenvolvida a partir de estudos do antropólogo inglês Gerald Gardner na década de 50, a wicca tem como base a religiosidade de povos pagãos e o resultado de uma pesquisa de Gerald Gardner sobre Bruxaria. Complementa ela.

Como Funciona?

É uma religião iniciática e sacerdotal, o que significa que para fazer parte dela, você deve ser iniciado e, uma vez iniciado, você se torna sacerdote. O principal objetivo da religião é amadurecer e honrar a divindade que existe em cada um. Explicando: os wiccanos acreditam que a Deusa está presente na natureza, e, sendo assim, no homem. Por isso a importância em dar voz à esta divindade. Isto é feito por meios de orações, danças, trabalhos comunitários, meditações, encontros e muita leitura.

Rituais de Celebrações

Os ritos solares (Sabaths) são festivais para honrar as mudanças de estações, os deuses, as colheitas, o trabalho, a família, os estudos e a arte, os ancestrais, a vida e a morte. Já os ritos lunares (Esbaths) são celebrações das mudanças da Lua. Neles, o convívio entre os membros dos covens (grupo de adeptos) e seu amadurecimento são trabalhados.

Bem e Mal?

Acredita-se na existência de uma energia criadora feminina, união de todas as deusas. Foi ela quem criou tudo e todos, inclusive Deus e suas diversas faces. Os wiccanos não crêem na existência de uma entidade maléfica, como o diabo, por exemplo. Para nós não há um lado totalmente bom e outro completamente ruim. Todos os sentimentos são divinos e devem ser equilibrados”, explica Rodrigo Vilela, da Equipe Old Religion, de Santos (SP).


Fonte: Matéria fonecida pela equipe Old Religion para Revista Viva Mais.

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